
Atualizada às 23h45 A saída de Roger do Grêmio rumo ao Catar foi surpreendente e tumultuada no Olímpico. Criticado pelo presidente tricolor, Paulo Odone, o meia foi proibido de conceder sua última entrevista como jogador do clube gaúcho na sala de conferências, o que obrigou o ex-camisa 10 a falar com a imprensa no pátio.
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"Estou saindo com o coração partido. Dá para perceber a minha emoção. São coisas que acontecem. Aqui eu recuperei o prazer de jogar futebol", afirmou Roger, 29 anos, que considerou a proposta do Catar irrecusável.
Questionado sobre a reação do presidente do clube, que o comparou a Ronaldinho - considerado traidor no Olimpíco - Roger lamentou o fato, mas entendeu o lado dos gremistas.
"Eu também não gostaria de sair. O Grêmio tem todo o direito de se sentir desta forma, porque eles me ajudaram bastante. Saio triste, porque aqui fui muito feliz e gostaria de deixar as portas abertas", apontou Roger, que ainda lembrou que a equipe gaúcha receberá uma indenização por sua saída, apesar de admitir que o valor a ser recebido pelo clube é baixo.
Gazeta Press
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