
Após formalizar acordo para compra de dois terrenos localizados na marginal do Rio Tietê, próximos ao Parque São Jorge, o consórcio Egesa/Seebla enfim apresentou carta de intenções ao Corinthians, com três meses de atraso. A expectativa é que as empresas mineiras emitam a minuta do contrato do projeto já na próxima semana para o novo estádio do time alvinegro.
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Designado pelo presidente Andrés Sanchez para acompanhar o negócio, o vice-presidente eleito Heleno Maluf esbanja otimismo com as possibilidade de levar o acordo com o consórcio à votação no Conselho Deliberativo no início de agosto. "Nem falamos em plano B. Não existe isso. Esse plano é A, A, A. Estamos muito confiantes", disse.
Segundo Maluf, o principal problema sanado pela Egesa/Seebla foi em relação à venda dos terrenos onde pretende construir o estádio. Os dois antigos proprietários do local inflacionaram os preços quando souberam da intenção as empresas.
"Mas houve um acordo. A fase de recebermos a carta de intenções também já passou. Agora só resta chegar a minuta do contrato para analisamos as cláusulas, o que deverá acontecer em dez dias no máximo. Talvez no final da próxima semana", afirmou o dirigente do Corinthians.
A idéia é que o estádio comporte cerca de 52 mil pessoas. Os investimentos do projeto giram em torno de R$ 450 milhões e caberiam integralmente ao consórcio Egesa/Seebla.
As empresas resgatariam os recursos com, entre outros, a comercialização de camarotes e do nome da arena. A princípio, as obras deverão ser concluídas em três anos, o que impossibilitaria o sonho de inauguração em 2010, ano do centenário do Corinthians.
Gazeta Press
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