
Atualizada às 01h19 Fundado em 2005 e ainda em festa pelo acesso à segunda divisão do Campeonato Brasileiro, o Duque de Caxias fez festa para receber os novos ídolos. Dentro do grupo, ninguém esqueceu o fato da vaga na Série C ter caído no colo dos fluminenses, após desistências de melhores colocados no Estadual.
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"O Duque de Caxias herdou a vaga e era um mero coadjuvante na Série C. Ninguém, além das pessoas envolvidas, acreditava que conseguiríamos superar esse desafio de chegar à Série B", afirma o treinador Marcelo Buarque, 45 anos.
Considerado um adversário que sempre endurece os jogos para os times grandes, o time da Baixada Fluminense não escoonde a alegria pelo acesso, novamente no apagar das luzes: a equipe terminou na quarta colocação, com 18 pontos, e superou o Águia-PA apenas no critério de gols a favor.
Ex-jogador e formado em educação física, Marcelo Buarque, considerado a revelação entre os treinadores cariocas este ano, trocou a carreira de jogador pela de preparador físico de Bangu em 1985. "Sou tão novo, como treinador, quanto o clube, que também surgiu em 2005", contou, orgulhoso.
Segundo ele, que a classificação só foi possível devido ao comprometimento de todos no grupo e na comissão técnica do time da Baixada.
"Sem receber bichos, sem altos salários e com a nossa diretoria trabalhando além das capacidades financeiras do clube, chegamos lá. Aproveito para agradecer o empenho de cada jogador. É um momento que deve ser comemorado com muita alegria, pois queremos surpreender também na Série B", disse.
O Dia
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