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Segunda, 8 de dezembro de 2008, 21h05 Atualizada às 21h22

Juvenal: muito suspeito o Marco Polo não aparecer

Os dirigentes do São Paulo seguem com o mesmo discurso, após o pronunciamento do presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Marco Polo Del Nero. Nesta segunda-feira, ele afirmou que sua intenção era apenas de não prejudicar o campeonato. Além disso, responsabilizou sua secretária pela informação de que o árbitro Wagner Tardelli seria alvo de suborno.

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O presidente tricolor Juvenal Juvêncio, que esteve na noite desta segunda-feira na festa de premiação da CBF, estranhou a ausência de Marco Polo.

"É muito suspeito o Marco Polo não estar em uma festa que tem dois afiliados da Federação Paulista como premiados. Onde está o envelope? Quem foi a pessoa que ligou falando da história? Armaram para nos prejudicar", disparou Juvenal.

O clube paulista vai seguir com o rompimento com a entidade e não perdoa a maneira como o assunto foi tratado, nas vésperas da partida decisiva diante do Goiás, no Estádio Bezerrão.

Ainda em meio às polêmicas, o goleiro Rogério Ceni não poupou críticas com a falta de comprometimento em lançar este tipo de polêmico nas vésperas de um jogo decisivo.

"Esse factóide é de responsabilidade da pessoa que resolveu jogar na mídia, não é de interesse do São Paulo ou do Grêmio. Nunca faríamos algo assim. Existem forças maiores, inveja, poder econômico de quem investe no futebol", disse Ceni.

Na noite desta segunda-feira, Ataíde Gil Guerreiro oficializou seu pedido de demissão da vice-presidência da Federação Paulista. No site oficial do clube, está postada a carta demissão.

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