
Atualizada às 19h05 Em fase final de recuperação de torção no tornozelo direito, Diego Souza treinou pela primeira vez com bola na tarde desta sexta-feira.
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Depois do coletivo comandado por Jorginho, o meia concedeu entrevista coletiva e falou sobre o interesse de clubes russos e holandeses em contratá-lo na janela de transferências de agosto. Embora tenha admitido a possibilidade de deixar o Palmeiras, o meia rechaçou a existência de propostas.
"Lutei muito para conquistar isso (reconhecimento). Tem de batalhar mais. Se chegar uma proposta boa para mim, Palmeiras e Traffic, não tem porque não sair. A gente sabe como é. Tem especulações, mas não sei de nada. Eu estou feliz no clube, não tem motivo para pensar em sair. Se tiver uma proposta, Palmeiras, Traffic e eu vamos ver. Se for para todos, acontece de sair. Mas não tem nada", explicou.
O camisa 7 prefere jogar no Brasil à Europa, já que, segundo ele, está acostumado com o futebol nacional e se sair do país será necessário um tempo para a adaptação ao novo local de trabalho, o que prejudicaria sua convocação por Dunga para defender a Seleção.
"Jogando no Palmeiras, já estou muito mais ambientado. Aqui no Brasil seria o ideal (para ir à Seleção). Na Europa tem de se adaptar e leva tempo. Você pode ficar na geladeira", disse.
O meia aproveitou para lamentar a saída de Vanderlei Luxemburgo, demitido pela diretoria palmeirense. "O Vanderlei era considerado um pai, foi uma grande perda. Ele tinha pulso. Sentimos a falta dele, mas o futebol é assim. Ele teve de partir e temos de nos adaptar a novos treinadores", avisou.
Diego Souza não entrou em polêmica com o ex-companheiro de clube Keirrison, que, de acordo com Edmílson, deveria ter se despedido dos palmeirenses antes de negociar com o Barcelona (ESP). Em caso de transferência, o palmeirense prometeu falar com o elenco.
"Não sei da história do Keirrison. Da noite para o dia acontece uma situação. De repente ele ainda vem aqui se despedir. Cada um tem um pensamento. Se um dia acontecer (de eu sair), vou procurar falar com meus companheiros, porque ninguém tem sucesso sozinho. O futebol é coletivo", resumiu o meia.
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