
A Portuguesa emitiu um comunicado na noite desta terça-feira repudiando a cobertura da imprensa no episódio da invasão dos vestiários da equipe no último dia 25, quando acabou sendo derrotada por 2 a 1 pelo Vila Nova. O clube do Canindé afirmou ser perseguido pelos meios de comunicação não apenas neste fato, mas durante toda a sua história.
"Infelizmente fomos alvo de uma série de interpretações equivocadas e sensacionalistas sobre o caso, que geraram prejuízos irreparáveis à moral e à honra desta instituição, além da interdição de nosso estádio", critica o clube rubro-verde. Depois do episódio, o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) interditou o Canindé até a data do julgamento para definir as punições aos responsáveis.
Além de criticar a cobertura no episódio da invasão, a Portuguesa acusou uma perseguição durante sua história, acusando os meios de comunicação de ignorarem a trajetória do clube. "Ao longo dos anos esta instituição sempre foi vítima de alguns maus profissionais da imprensa, que se mostram ávidos em tecer críticas ao nosso clube."
Os lusitanos pedem uma cobertura mais imparcial depois do comunicado enviado nesta terça-feira. "Essa mesma facilidade posta em prática nos maus momentos, não se mostra recíproca no momento de se noticiar fatos a nosso favor".
A nota de descontentamento com a imprensa acabou sendo assinada pelo presidente da instituição, Manuel da Lupa, que se diz revoltado pela falta de atenção à versão apresentada pelo clube. Depois dos fatos revelados por René Simões, o mandatário havia negado a presença de pessoas armadas no vestiário do Canindé.
Gazeta Esportiva
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