
A Série B do Campeonato Brasileiro terminou mais cedo para o lateral direito Edílson. Nesta quinta-feira, o jogador foi a julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por conta de agressão física que causou sua expulsão no último clássico com o Guarani. Por unanimidade, acabou punido com suspensão de 120 dias e só deve voltar aos gramados em 27 de fevereiro.
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Edílson recebeu o cartão vermelho no final da partida, vencida por 2 a 1 pelo Guarani, no Brinco de Ouro da Princesa. Foi excluído por acertar uma cotovelada em Eduardo e, assim, acabou julgado com base no artigo 253 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), por agressão física. Gustavo Martins, advogado da Ponte, tentou em vão desclassificar a denúncia.
"Não se pode tolerar isso, pois assim vai haver uma banalização da violência. Os atletas envolvidos têm que dar exemplo", afirmou o auditor Washington Oliveira, de acordo com o site Justiça Desportiva, depois de ver as imagens do lance. "Não é o tipo de atitude que esperamos de um profissional", reforçou Roberto Teixeira, mostrando o clima que Edílson enfrentou no STJD.
Apesar da dura pena, o departamento jurídico da Ponte Preta ainda pode conseguir efeito suspensivo e seguir utilizando o jogador na Série B até novo julgamento, caso o pedido seja aceito por Virgílio Val, presidente em exercício do órgão. "Vamos analisar com calma para ver se iremos ou não recorrer da sentença do Tribunal", disse Gustavo Martins.
Gazeta Esportiva
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