
Atualizada às 15h01 Principal jogador do Atlético-MG na temporada e artilheiro do Campeonato Brasileiro com 18 gols, o atacante Diego Tardelli tem futuro incerto em 2010. De acordo com o presidente do time mineiro, Alexandre Kalil, se a equipe alvinegra receber uma boa proposta pelo matador não terá mais como segurar.
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"O Tardelli ficou em 2009. Tínhamos recebido uma proposta do Sanint-Etienne e conseguimos segurar. Mas se vier uma boa proposta pelo Tardelli não podemos nos dar o luxo de segurar. Tem que vender. Dependendo dos resultados é melhor que vá no meio do ano, mas isso só se chegar proposta", afirmou o mandatário atleticano, em entrevista ao canal SporTV.
Outra novidade que pode pintar em 2010 é o acerto do clube com um novo patrocínio. "O patrocínio de camisa em Minas Gerais, o que se pagava não valia o sujo da camisa. Então nunca fez falta. O patrocínio era ridículo. Sempre foi assim, mas agora não. Estamos negociando um bom patrocínio em 2010".
Kalil fez questão de ressaltar o planejamento no Atlético-MG que deu ao time a briga pelo título no Campeonato Brasileiro deste ano. A equipe alvinegra ocupa a terceira colocação na competição, com 56 pontos conquistados e chegou a liderar o torneio antes de o Palmeiras assumir.
"A melhor contratação que o Atlético fez foram suas obrigações em dia. Se vem Ricardinho, Correa, Tardelli é muito importante, mas na minha opinião foram as obrigações em dia. Tivemos que radicalizar a forma de tocar o Atlético. Chegamos há um ano com 3 meses de salários atrasados, R$ 19 mil em caixa e brigando para não cair. Radicalizamos e não fui eu, foi uma equipe que eu lidero. Fizemos uma reestruturação geral", comemorou o presidente.
Kalil demonstrou também irritação com parte da imprensa, que criticou o Atlético-MG dizendo que o time não conseguiria se manter na parte de cima da tabela.
"Você liderar um Brasileiro e perguntar para um comentarista se é candidato ao título e o cara a fala que dos cinco primeiros o Atlético-MG não está no meio. Esse cara está louco, não conhece futebol. Isso estava impregnado e ano que vem vai se falar melhor. É um trabalho sendo feito do alicerce, mas houve isso sim. É muito ofensivo para quem escuta. Quem bate esquece, quem apanha não esquece. Mas a gente tem CD com imagens guardadas, com jornais guardados", afirmou.
Redação Terra
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Tardelli tem futuro incerto no Atlético-MG
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