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 Presidente do Botafogo rebate críticas ao Engenhão
02 de agosto de 2011 10h31 atualizado às 11h24

Maurício Assumpção (ao centro) não aceita bem crítica de jogadores ao Engenhão. Foto: Agência Lance

Maurício Assumpção (ao centro) não aceita bem crítica de jogadores ao Engenhão
Foto: Agência Lance

As críticas feitas ao gramado do Engenhão pelo meia Marquinho, do Fluminense, e Thiago Neves, do Flamengo, não foram bem aceitas pelo presidente do Botafogo, Maurício Assumpção. O dirigente mostrou insatisfação com as declarações dos jogadores, mas preferiu evitar polêmica quando perguntado sobre o assunto.

"Isso eu trato direto com o presidente do Fluminense e do Flamengo. Não vou discutir com jogador e com técnico, até porque não estou acostumado com isso. E as tentativas que tive até agora com o Peter (Siemsen, presidente do Fluminense) e com a Patrícia Amorim foram em alto nível", disse Maurício.

O dirigente lembrou que o gramado sofreu uma sobrecarga de jogos ao longo da temporada e que isso influencia diretamente no rendimento do campo, causando um desgaste maior que nos outros estádios.

"É preciso que as pessoas ao falarem do gramado do Engenhão entendam o que está acontecendo. Qualquer lugar do mundo, na Europa por exemplo, você tem no máximo 35 eventos futebolísticos no ano. Até o primeiro semestre, o Botafogo já sediou uns 90 jogos. Isso dá uma média de um jogo a cada dois dias. E as pessoas ainda criticam o gramado do Engenhão", rebateu o mandatário da equipe alvinegra.

Outro fator citado foi a comparação com o Morumbi, que pertence ao São Paulo. Assumpção lembrou que o local também recebeu um show recentemente, mas que o time tricolor paulista não precisa dividir o estádio com outros clubes, facilitando assim a manutenção do mesmo. "É preciso saber porque estão falando mal e quais são os interesses por trás disso", concluiu.

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