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O Grêmio venceu, neste sábado, sua última partida no estádio Olímpico pelos próximos três meses. A equipe tricolor, que só volta a atuar em casa em novembro por conta de punição imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), derrotou o Juventude por 1 a 0.
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Com o resultado, os comandados de Mano Menezes chegaram aos 20 pontos e passaram a integrar a zona de classificação para a Copa Sul-Americana. Estacionada nos mesmo 20 pontos, a formação de Caxias do Sul leva vantagem nos critérios de desempate.
O jogo foi bastante movimentado desde o início, com predomínio das defesas sobre os ataques. Aos 40min, Ivo Wortmann teve de sacar o contundido Alexandre e promover a entrada de Eder Ceccon.
Após o intervalo, o equilíbrio só foi quebrado aos 13min, em falta cometida por Antônio Carlos em Rômulo. Tcheco bateu na barreira, mas Evaldo acertou um belo chute no rebote e superou o goleiro André.
Atrás no marcador, o Juventude não demonstrou a tranqüilidade necessária para chegar ao empate. Wortmann ainda tentou a sorte com Leandrinho e Lauro, mas não conseguiu evitar a derrota no estádio Olímpico. Aos 47min, Christian perdeu oportunidade incrível na risca da pequena área.
O Grêmio volta a campo no próximo domingo, contra o Atlético-PR. A partida estava inicialmente marcada para o Olímpico, mas, por conta da confusão registrada no Beira-Rio na semana passada, deve acontecer em Caxias do Sul, com portões fechados. Já o time alviverde tenta a recuperação em casa, no sábado, contra o Vasco.
O jogo
Antes da partida, a expectativa dos presentes no Olímpico era no primeiro encontro entre Jeovânio, do Grêmio, e Antônio Carlos, do Juventude, após a cotovelada do jogador do time Caxias do Sul no gremista no Campeonato Gaúcho.
Por conta do episódio, o ex-zagueiro da Seleção Brasileira foi suspenso por 120 dias pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) do Rio Grande do Sul. Ele foi acusado por Jeovânio de ter feito insultos racistas a ele, que é negro.
Mesmo os dois sendo os capitães de seus times, Jeovânio e Antônio Carlos não se cumprimentaram antes do jogo. Durante a partida, evitaram ocupar o mesmo espaço no campo e pouco se olharam.
Com a bola rolando, os dois times não foram bem no primeiro tempo. Com apenas um homem no ataque de cada lado, a partida ficou muito concentrada no meio- campo e houve poucas chances concretas de gol.
Com mais posse de bola, o Grêmio era ligeiramente superior, principalmente pela boa atuação do meia Rafinha, que se movimentava muito, e Wellington, que era figura constante no apoio pelo lado esquerdo. No Juventude, o mais perigoso era o solitário Christian.
Na volta para a segunda etapa, apoiado por sua torcida, o Grêmio cresceu. O Juventude, que já não vinha fazendo um bom jogo, ainda piorou, facilitando a pressão dos donos da casa.
Mesmo jogando no campo do adversário o tempo todo, o gol do jogo só saiu em um lance de bola parada. Tcheco cobrou mal uma falta na entrada da área e a bola bateu na barreira. Na sobra, de fora da área, o zagueiro Evaldo soltou a bomba e acertou o canto de André, que nada pôde fazer para evitar o gol.
Após marcar, o Grêmio seguiu pressionando. O time tricolor melhorou ainda mais depois que Léo Lima entrou na vaga do cansado Rafinha e teve pelo menos três oportunidades claras de ampliar o marcador desperdiçadas.
Já nos acréscimos, Christian quase empatou para o Juventude. Para alegria dos gremistas, no entanto, mandou a bola para fora.
| Ficha Técnica |
| Grêmio |
1 |
x |
0 |
Juventude |
| Equipes |
Marcelo Grohe
Patrício
Evaldo
William
Wellington
Jeovânio
Lucas
Tcheco
(Herrera)
Hugo
(Nunes)
Rafinha
(Léo Lima)
Rômulo
Técnico:
Mano Menezes |
André
Rafael
Antônio Carlos
Igor
Raulen
Walker
Renan
Alexandre
(Éder Ceccon)
Marcel
(Leandrinho)
Ivo
(Lauro)
Christian
Técnico:
Ivo Wortmann |
| Local: Estádio Olímpico, em Porto
Alegre (RS) |
| Árbitro: Paulo Henrique Bezerra (SC) |
| Público e renda: 14.000 pagantes e R$
149.027,00 |
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