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Segunda, 11 de junho de 2007, 11h21 Santos quer enxugar a folha de pagamento |
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Sem Zé Roberto e fora da Libertadores, a diretoria do Santos vai tentar reduzir a folha de pagamento. Contando com a comissão técnica de Vanderlei Luxemburgo, que custa cerca de R$ 900 mil mensais (incluindo o próprio técnico), os salários do departamento profissional chegavam a R$ 2 milhões. Com a saída do camisa 10, são R$ 500 mil a menos a serem desembolsados.
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A possível saída de Cléber Santana deve proporcionar economia de mais R$ 100 mil. Parte da diretoria defende a idéia de que não sejam feitos grandes investimentos na equipe e que garotos que já estão no clube passem a ser aproveitados.
"(Jogador) Caro não vem mais", disse o superintendente de futebol do Santos, Zito, um dos maiores defensores de que as divisões de base sejam mais utilizadas.
Mas para ocupar o vazio deixado por Zé Roberto, o clube espera Kléberson resolver litígio com o Besiktas (TUR), na Fifa. A proposta feita ao meia foi de R$ 200 mil mensais. Menos da metade do que era pago ao recém-saído armador.
"Acho que (o substituto) está no futebol brasileiro. O grupo tem jogadores de qualidade, como Pedrinho e Rodrigo Tabata", disse o próprio Zé Roberto, na despedida.
Tudo vai depender do desempenho no Campeonato Brasileiro. Se os resultados forem bons, será mais fácil manter Renatinho, Adriano, Moraes, Júnior, Carlinhos e outros garotos da base, evitando explosão na folha salarial.