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Segunda, 3 de dezembro de 2007, 16h10 

Andrés confirma contratações e convite a Antônio Carlos

Reinaldo Marques/Terra

Andrés Sanchez anunciou uma "grande revolução" no Corinthians
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Andrés Sanchez confirmou, nesta segunda-feira, as contratações do meia Rafinha e do atacante Lima. O presidente do Corinthians, que anunciou "uma revolução muito grande" no departamento de futebol, aguarda as respostas de Mário Gobbi e Antônio Carlos para os cargos de vice-presidente de futebol e diretor técnico, respectivamente.

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"O Lima está confirmado, assim como o Rafinha, e estamos trabalhando em outras contratações", afirmou o dirigente, que prometeu uma alteração no curso da agremiação alvinegra. "Vamos mudar pessoas, atitudes e responsabilidades. O Corinthians é diferente de tudo."

Destaque do São Bernardo na última Copa São Paulo, Rafinha foi emprestado ao Cruzeiro, onde teve poucas oportunidades. Lima, ex-Atlético-PR, São Paulo e Botafogo, disputou a temporada 2007 pelo Al Ittihad, da Arábia Saudita.

Sobre a direção do futebol, Sanchez avisou que dois nomes devem ser confirmados nos próximos dias. "Faço uma convocação para o Mário Gobbi assumir a vice-presidência. Sobre o Antônio Carlos, todos sabem que ele encerrou a carreira e é meu amigo de infância, uma pessoa na qual tenho muita confiança."

Uma reunião a ser realizada ainda nesta segunda-feira deve definir algumas das diretrizes do planejamento para a próxima temporada. A postura não será alterada, mas alguns ajustes terão de ser feitos por conta do rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro.

"Já estamos com o projeto em andamento. Lógico que, com essa decepção, as coisas mudam um pouco, mas 95% será mantido. Disputar a Série A e a Série B é muito diferente, mas o principal é a transparência", explicou Andrés Sanchez.

Para promover a revolução anunciada, o presidente conta com pessoas novas. "Estamos em busca de gente jovem, querendo crescer junto ao clube. Estamos colocando na direção algumas pessoas que podem ser consideradas surpreendentes, mas elas têm história no clube. O Corinthians estava como um doente terminal. Mudamos a junta médica", concluiu.

Redação Terra