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Mano aponta erros em excesso e absolve Neymar por pênalti perdido

15 nov 2012
01h13
atualizado às 02h59
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Em sua análise depois do empate por 1 a 1 entre Brasil e Colômbia, na noite desta quarta-feira, Mano Menezes apontou "erros em excesso" para o resultado, ainda que tenha feito elogios à apresentação dos jogadores brasileiros. O treinador ainda absolveu Leandro Castán, pela falha no gol colombiano, e Neymar, pelo pênalti perdido que poderia ter dado a vitória à Seleção.

Mano Menezes absolveu Neymar do pênalti perdido pelo atacante santista
Mano Menezes absolveu Neymar do pênalti perdido pelo atacante santista
Foto: Reuters

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"Gostei de modo geral, poderíamos ter vencido, mas às vezes não se vence. Desperdiçamos uma penalidade máxima com Neymar, mas de modo geral gostei da Seleção porque fez 59% a 41% de posse de bola, criou bastantes oportunidades novamente. Estamos ajustando essa maneira de jogar que escolhi para os últimos jogos e a resposta que o Brasil me deu contra a Colômbia confirma que estamos na direção correta", analisou, com menção a alguns erros.

"A Seleção fez um primeiro tempo com mais qualidade de chegada e deveria ter aberto o placar. Primeiro foi Kaká, depois Neymar, depois Kaká (com chances perdidas) no travessão. Tínhamos de propor jogo com poucos erros e erramos muito na transição de jogadas no meio-campo e oferecemos contra-ataques perigosos para a Colômbia e em um deles sofremos o gol", destacou.

Sobre Neymar, Mano elogiou o comportamento, apesar do pênalti perdido. "É (uma situação) tão atípica que não merece observação. Sabemos o que aconteceu e obviamente ele vai passar por cima disso como passa por cima dos zagueiros na maioria dos jogos".

A exemplo do que afirmou a respeito de Neymar, Mano eximiu Leandro Castán pela falha no lance que gerou o gol de Cuadrado. "Gols se sofre e geralmente passa pelo sistema defensivo. Não acho Castán culpado no gol que tomamos. Perdemos a bola no meio, tomamos um, dois, um onde não se toma, a bola ficou com um jogador muito capaz que é James Rodríguez, que acertou boa metida de bola e sofremos o gol. Faz parte do futebol", alegou.

O treinador da Seleção ainda explicou a opção por Castán, zagueiro de ofício, em relação a Fábio Santos, lateral disponível que ficou no banco. "Queria manter o que fizemos (nos jogos anteriores). Fábio está chegando à equipe principal pela primeira vez e era importante passar essa tranquilidade. Não temos que achar culpados". 

Fonte: Terra
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