Veja gringos que fizeram história no país do futebol moleque

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Se antes eram raras as contratações de jogadores estrangeiros por clube brasileiros, hoje isso está se tornando cada vez mais comum. O Brasil ainda é um celeiro de craques, mas a chegada de sotaques e idiomas diferentes cada vez mais agrada os torcedores. Confira a lista dos boleiros gringos que fizeram história no país do futebol moleque.

Excelente batedor de faltas, Pet brilhou em duas passagens pelo Flamengo
Excelente batedor de faltas, Pet brilhou em duas passagens pelo Flamengo
Foto: Maurício Val/VipComm / Divulgação



Darío Pereyra

O zagueiro uruguaio chegou ao São Paulo em 1977, ano em que a equipe venceu o Atlético Mineiro e levou o Campeonato Brasileiro. Com um estilo muito técnico e preciso, Darío logo entrou para o rol de ídolos do tricolor paulista e continuou o legado do compatriota Pedro Rocha. O craque chegou a jogar pelo Flamengo e Palmeiras, mas Leão, técnico alviverde na época, parece não ter gostado muito do sotaque dele e o tirou do clube.



Loco Abreu

Também das terras uruguaias saiu Loco Abreu, que chegou por aqui em 1998, em uma passagem meio apagada pelo Grêmio. Voltou ao país em 2010 para compor o ataque do Botafogo e se ficar de bem com as redes brasileiras. O time carioca lançou até uma camiseta especial em homenagem ao atacante, que ficou conhecida como celeste-alvinegra por ter o símbolo do clube, mas ser azul, em alusão à bandeira do Uruguai. Hoje, o camisa 13 atua pelo Figueirense.



Tévez

Craque de beleza questionável, o argentino Tévez jogou apenas dois anos pelo Corinthians. Mas a breve passagem foi o suficiente para ele resolver jogos incríveis como os três gols marcados diante do Santos na goleada por 7 a 1 pelo Campeonato Brasileiro de 2005. Tévez também conseguiu um feito curioso: ganhou uma placa por um gol anulado que fez contra o Palmeiras, em 2006, tamanha a maestria da jogada. Em 2011, o goleador estava cogitado para voltar para o Timão, mas as negociações não foram fechadas.



D'Alessandro

O argentino revelado na equipe base do River Plate estreou pelo time colorado em 2008, em um Grenal pelo Campeonato Gaúcho. No mesmo ano, D¿Alessandro ajudou o Internacional a levar a Copa Sul-Americana e, em 2009, o campeonato estadual invicto. Um dos lances mais marcantes do craque, no entanto, foi uma trombada contra um jogador do Juventude que terminou com D'Alessandro no hospital. O meia teve de realizar uma cirurgia, e ganhou uma placa de metal no rosto.



Petkovic

Um dos grandes ídolos recentes do Flamengo, o sérvio conquistou a maior torcida do país com um histórico gol de falta marcado aos 43min do segundo tempo em cima do rival Vasco. A cobrança perfeita valeu ao rubro-negro o Campeonato Carioca de 2001. Depois de um longo período longe da equipe que o projetou no país, Pet retornou em 2009 e mesmo com 37 anos foi fundamental para a conquista do Campeonato Brasileiro daquele ano.



Rodolfo Rodriguez

A diretoria do Santos pediu para que os torcedores escolhessem os melhores atletas que já haviam passado pelo clube. Ao lado de grandes nomes como Pelé e Patusca estava Rodolfo Rodriguez, o goleiro uruguaio que defendeu o alvinegro praiano entre 1984 e 1988. Foi ele o responsável pelo lance mais incrível da defesa santista, no qual ele fez cinco defesas consecutivas, um recorde.



Sorín

O argentino teve três passagens pelo Cruzeiro e, inclusive, terminou sua carreira na equipe mineira em um jogo amistoso feito em 2009 contra o Argentinos Juniors, time que o revelou. A raça e a qualidade técnica, sempre presentes nas jogadas de Sorín, conquistaram a torcida da Raposa. Hoje ele aproveita a experiência nos gramados e na faculdade de jornalismo para comentar as partidas por um canal esportivo.



Arce

Arce deixou o Paraguai para fazer a alegria dos torcedores gremistas. Dono de uma batida precisa na bola, o lateral participou de conquistas histórias do time gaúcho, entre elas, a Libertadores de 1995, o Brasileiro de 1996, e a Copa do Brasil de 1997. Quando Luiz Felipe Scolari deixou o Grêmio para comandar o Palmeiras, Arce foi junto e também agradou a torcida alviverde. Chegou a treinar a seleção paraguaia em 2011, mas, como os resultados não foram positivos, teve que sair.



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