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Rede hoteleira da África do Sul sofre com demanda alta

14 abr 2010
15h30
atualizado às 23h09

A expectativa dos governantes sul-africanos de verem o país cheio de turistas e o dinheiro entrando em profusão nos hotéis durante o período da Copa do Mundo pode não corresponder à realidade. Pelo menos esse é o panorama atual, restando pouco menos de dois meses para o início da competição.

África do Sul começou a afinar detalhes para Copa do Mundo
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Foto: Reuters

A agência Match, escolhida pela Fifa para oferecer pacotes turísticos aos torcedores, devolveu 300 mil noites reservadas em hotéis no país, mantendo apenas 600 mil reservadas das 1,9 milhão marcadas inicialmente.

Tal quadro deixa sob total desconfiança a expectativa de que meio milhão de turistas poderiam visitar o país e aquecer a economia entre 11 de junho e 11 de julho, período no qual será disputada a principal competição entre seleções do planeta.

O preço abusivo cobrado por alguns hotéis e o alto custo das passagens aéreas para a África do Sul também estariam contribuindo para o baixo nível de procura por lugares na casa da Copa.

O diretor-executivo da associação hoteleira da África do Sul, Brett Dongan, acredita que o golpe sofrido pela rede hoteleira é grave e decepcionante, mas que ainda há tempo de recuperação. Dungan apelou aos homens de negócios sul-africanos para que se unam em esforço conjunto para que o país alcance a meta pré-estabelecida.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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