O trinitense Jack Warner, presidente da Confederação das Américas do Norte, Central e do Caribe (Concacaf), disse que o organismo apoia a candidatura dos Estados Unidos para ser sede do Mundial de 2018 ou 2022.
A declaração era esperada desde a retirada do México da disputa. Os americanos, que receberam o torneio em 1994 - vencido pelo Brasil -, tentam recebê-lo pela segunda vez, e são os únicos representantes da confederação.
"Os EUA podem contar com o apoio total da Concacaf. Se há uma candidatura com chances de ser sede do Mundial de 2018 ou 2022, é a dos Estados Unidos", afirmou o dirigente.
Warner, de 66 anos e que faz parte do Comitê Executivo da Fifa - que decidirá as sedes dos dois torneios em dezembro do ano que vem - destacou os grandes avanços do futebol no país desde a Copa de 1994.
O presidente da Concacaf, que criticou publicamente a candidatura da Inglaterra, também falou da possibilidade de apoiar a Austrália, mas confirmou que sua "primeira e única opção" é a proposta americana.
A Concacaf tornou os EUA sede principal de torneios como a Copa Ouro, cuja última edição foi vencida pelo México diante dos donos da casa.
Austrália, Inglaterra, Indonésia, Japão, Rússia e as propostas conjuntas Holanda-Bélgica e Espanha-Portugal também mostraram interesse para receber o Mundial em 2018 ou 2022. Catar e Coreia do Sul disputam apenas a segunda nomeação.
A África do Sul será sede do torneio em 2010, e o Brasil receberá o torneio quatro anos depois, em 2014.

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