Segundo o presidente da APF, Juan Ángel Napout, hotel se nega a conceder o ressarcimento a dirigente
Foto: Reuters
A Associação Paraguaia de Futebol (APF) anunciou nesta quarta-feira que contratou um advogado para exigir o ressarcimento dos US$ 110 mil dólares roubados da seleção na véspera, em um hotel da França.
O presidente da APF, Juan Ángel Napout, disse a emissoras de rádio em Assunção que a administração do hotel Hilton, na cidade de Evian les Bains, na fronteira com a Suíça, se nega a reembolsar o dinheiro furtado do quarto do gerente esportivo da seleção paraguaia, Rogelio Cattebeke.
O grupo de 30 jogadores dirigidos pelo técnico argentino Gerardo Martino estão hospedados no local desde o domingo passado e realizam na cidade sua preparação final para a Copa do Mundo da África do Sul.
Napout afirmou que os próprios funcionários do hotel permitiram o acesso de uma pessoa que se passou por membro da delegação paraguaia ao quarto de Cattebeke.
Ainda nesta quarta-feira, os meio-campistas Víctor Cáceres e Sergio Aquino, assim como o atacante Rodolfo Gamarra, três atletas pré-selecionados e que participaram da eliminação do Libertad para o Chivas Guadalajara da Copa Libertadores, viajaram à França para se juntarem ao elenco.
A equipe paraguaia chegou no domingo a Evian após vencer por 1 a 0 a Coreia do Norte, que está no Grupo G da Copa, o mesmo da Seleção Brasileira, em amistoso de preparação disputado no sábado, em Nyon.
Os paraguaios ainda jogarão outras três partidas de teste em sua última etapa de preparação. No dia 25 de maio, enfrentarão a seleção da Irlanda, em Dublin. Cinco dias depois, jogarão contra a da Costa do Marfim, também adversária do Brasil, em Tholon les Bains (França), e no dia 2 de junho, medem forças com a Grécia, em Winthertur (Suíça).
O Paraguai está no Grupo F, junto com Itália, Eslováquia e Nova Zelândia.

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