Lloris concede entrevista coletiva na África do Sul
Foto: EFE
Os últimos resultados da França (derrota por 1 a 0 para a China e empate em 1 a 1 com a Tunísia) mostraram algumas falhas na defesa do time comandado pelo treinador Raymond Domenech. Porém, para o goleiro Lloris, não há motivo para alarde. O camisa 1 da seleção lembra que estas partidas, teoricamente, não valiam nada e garante que a equipe está focada.
"Esses jogos foram amistosos. Eles são feitos para cometer erros. A coisa mais importante é ir ao essencial, para analisar e projetar-se imediatamente no jogo seguinte. Hoje, no grupo, todos tem o mesmo discurso, todos têm as mesmas idéias e os mesmos objetivos", disse.
Durante as eliminatórias, a França utilizou variações da formação 4-4-2 e 4-5-1. No entanto, Raymond Domenech dá indícios que na Copa do Mundo poderá por a equipe para jogar no 4-3-3 ou 5-5, como gosta de definir. Apesar da mudança tática, Lloris não vê muita diferença no modo de a equipe atuar.
"É um plano tático que foi decidido. Isso pode mudar até mesmo durante a partida. Nada é definitivo. Pessoalmente, acho que não muda muito com o 4-5-1. Antes, os laterais são sempre os primeiros defensores. Eles têm de cortar as ações adversas, logo que possível, substituir e auxiliar os defensores", explicou.
Logo na partida da estreia, sexta-feira, às 15h30 (de Brasília), a França terá pela frente o Uruguai, dos atacantes Loco Abreu e Forlán, conhecidos pelo faro de gol. Mas Lloris não se mostra assustado com o fato de ter de enfrentá-los e ressaltou que deve-se ter atenção com todo o time.
"Nós os conhecemos. Eles são espertos na frente do gol, longe ou perto. Agora, não é que estes dois jogadores, toda a equipe do Uruguai que vai ser cuidadoso. Para nós, a coisa mais importante é fazer o nosso jogo para fornecer os meios para vencer. Sabemos da importância deste primeiro jogo", concluiu.
- Lancepress!




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