Jogadores de Gana, como Ayew, se tornaram ídolos na África após boa campanha na Copa
Foto: Reuters
O presidente de Gana, John Evans Atta Mills, anunciou que cada um dos integrantes da seleção do país receberá uma premiação de US$ 20 mil dólares (cerca de R$ 35 mil) por terem chegado às quartas de final da Copa do Mundo, quando foram derrotados pelo Uruguai na disputa de pênaltis.
"Vocês honraram Gana diante da África e de todo o mundo e o mínimo que podemos fazer é demonstrá-los nosso reconhecimento", disse Mills durante o almoço de boas-vindas que ofereceu ao grupo na sede do Governo em Acra, capital do país.
O presidente classificou a equipe como "valente e vitoriosa" e, com uma grande bandeira ganense ao redor do pescoço, disse que "os "Estrelas Negras" colocaram Gana e a África em um ponto muito alto".
"Não venceram a Copa, mas, na minha opinião, foram campeões nas mentes e corações de todos aqueles no mundo que amam o fair play", acrescentou Mills, em uma referência indireta ao gol que o atacante uruguaio Luis Suárez evitou com a mão e que tirou Gana da semifinal.
Mills parabenizou também os membros da comissão técnica, que serão premiados com o mesmo valor, e destacou que a seleção local tem tudo para fazer uma boa Copa daqui a quatro anos.
"Tudo indica que, se receberem apoio necessário, poderão chegar até mais longe na Copa do Mundo que será realizada no Brasil em 2014".
Enquanto isso, o presidente da Associação Ganense de Futebol (GFA), Kwesi Nyantakyi, disse que a entidade solicitará à Fifa que estude a adoção de "declaração de gol nos torneios de futebol".
Ou seja, para ele, em um lance como o de Suárez, já seria validado o gol, e não apenas a marcação da penalidade.
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