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A Coréia do Sul enfrenta na terça-feira a seleção do Togo, estreante em Copas, sonhando em repetir as atuações da edição de 2002, quando acabou na quarta colocação na competição, sediada em conjunto entre o próprio país e o Japão.
As duas seleções teoricamente mais fracas do Grupo G lutarão por uma vitória sonhando com o tropeço de França e Suíça, favoritas às duas vagas.
Enquanto os sul-coreanos partem com a pressão de repetir o feito de 2002, os togoleses foram notícia pela polêmica que cerca a seleção, sobre a premiação aos jogadores.
O incidente chegou a trazer o primeiro-ministro local à Alemanha, mas o problema não se resolveu e acabou tendo como primeira vítima o alemão Otto Pfister.
Ele deixou o cargo técnico preocupado em não se tornar alvo de críticas diante de uma seleção que está com a cabeça fora da Copa, mas voltou atrás nesta manhã.
Em campo, a seleção foi mal nos últimos amistosos, perdendo para a Arábia Saudita e vencendo Liechtenstein por um magro 1 a 0.
Por outro lado, a Coréia do Sul viveu preparação muito mais tranqüila. O holandês Dick Advocaat, técnico do time, tentará repetir o feito obtido por seu compatriota Guus Hiddink - hoje técnico da Austrália.
Assim como Hiddink, ele se baseará em um forte esquema tático para surpreender a seus adversários. Por enquanto, seus objetivos são mais modestos que em 2002, conformando-se em superar a primeira fase.
A única preocupação de Advocaat é quanto ao forte calor previsto para Frankfurt amanhã à tarde, quando o termômetro pode chegar aos 36ºC.
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