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Seleções
Quinta, 18 de maio de 2006, 19h05 
Torcida brasileira começa a chegar, e suíço já se irrita
 
Allen Chahad
Antonio Prada
Wanderley Nogueira
Direto de Weggis (Suíça)
 
Marcelo Monteiro/Terra
Clóvis segura a bandeira do Rio Grande do Sul com os amigos na primeira noite em Weggis
Clóvis segura a bandeira do Rio Grande do Sul com os amigos na primeira noite em Weggis
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23 horas de quinta-feira em Weggis, sede da Seleção Brasileira na preparação para a Copa. Cidade, claro, vazia. Chuva fina. Temperatura: 11 graus. Parecia mais uma noite tranqüila da pequena cidade suíça. Até que surge uma van com 12 torcedores brasileiros, perdida na escuridão, ensaiando as tradicionais buzinadas. Bastaram apenas dois toques rápidos para que um morador saísse na janela e pronunciasse em alemão o que se imagina ser um "vai para o inferno".

Os torcedores, comandados pelo conhecido gaúcho Clóvis Fernandes, se espantaram com a advertência, mas não se intimidaram. Pararam o carro na frente de um restaurante, desceram e começaram a falar alto. Os auto-denominados Gaúchos na Copa receberam em contrapartida alguns acenos dos poucos carros que passaram pelo local.

Animaram-se novamente, até que um outro morador abriu a janela da casa e deu um grito de revolta. Ficaram novamente calados, mas apenas por alguns instantes. A silenciosa Weggis começou a acordar para a realidade de hospedar a seleção mais famosa do mundo.
 

Redação Terra