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O estádio de Genebra, onde o Brasil enfrentará a Nova Zelândia no dia 4 de junho, é o local escolhido pela Alemanha para sua pré-temporada para a Copa do Mundo. Os treinos, desde a última segunda-feira, são secretos - ao contrário dos do Brasil - e vão durar 10 dias. O estádio foi construído em um complexo que permite passagem direta do local para um hotel, que está fechado para os alemães.
Outros jogos também estão programados para o estádio com equipes que irão para a Copa: no dia 31 de maio jogam Suíça e Itália; no dia 7, Croácia, primeiro adversário do Brasil no Mundial, enfrenta a Espanha.
A cerca de 300 km da concentração brasileira em Weggis, a seleção alemã começou a se preparar para a Copa em descrédito com a torcida - segundo pesquisa do instituto Allensbach, apenas 7% dos alemães acreditam no título - e com seis jogadores afastados pelo departamento médico.
O lateral Lahm se apresentou com o braço esquerdo engessado por causa de uma contusão no cotovelo e só deve voltar aos treinos coletivos na semana que vem. O zagueiro Metzelder, com dores musculares, o meia Kehl, com lesão no tornozelo, e o atacante Podolski, com dores lombares, também treinaram à parte. Para completar a lista de problemas do técnico Jürgen Klinsmann, os meias Borowski e Hanke ficaram gripados durante a pré-temporada da seleção na Sardenha (Itália).
Curioso mesmo, após o treino, foi o goleiro Jens Lehmann criticou a bola oficial da Copa. Segundo ele, a Teamgeist - fabricada pela alemã Adidas, que fornece o material esportivo da seleção do país - é muito escorregadia em campo molhado. Ontem, os jogadores receberam a visita do piloto Michael Schumacher, que arriscou alguns chutes e desejou boa sorte na Copa.
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