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Os jogadores de Costa do Marfim trouxeram cozinheiras um tanto "especiais" para cuidar do cardápio da seleção. Com a preocupação de não se adaptarem a comida alemã, os marfinenses deixaram as próprias mães de alguns dos atletas responsáveis pela comida que é servida na concentração.
"Os nossos pais vieram junto (com a delegação). Minha mãe está no comando, e eles organizam tudo para nós fora do gramado", contou o atacante Drogba. "Eles cozinham para nós e garantem que estejamos bem", completou.
Já os mexicanos trouxeram um carregamento de tortilhas e fizeram que os funcionários de seu hotel tivessem de se esforçar para achar na Alemanha o tipo de pimenta que os jogadores queriam.
"Qualquer um pode fazer tortillas, mas nem todo mundo faz como os mexicanos", disse um porta-voz da federação mexicana à Reuters.
A seleção da República Checa também confirmou ter contratado um chef checo para cozinhar os autênticos "knedliky" (pudim de frutas).
Se sentir em casa é muito importante para os jogadores, e muitos hotéis mudaram seus cardápios para se adaptar aos clientes especiais. Televisão por satélite, jogos de computador, e mesas de jogos também foram compradas para a felicidade dos visitantes.
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