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Domingo, 11 de junho de 2006, 19h17  Atualizada às 19h29
Técnico da Coréia elogia a obediência de seus jogadores
 
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O muito viajado Dick Advocaat disse que encontrou o emprego perfeito quando se tornou técnico da Coréia do Sul porque seus jogadores nunca questionam suas decisões.

O holandês, que liderou sua seleção natal às quartas-de-final na Copa de 1994 e às semifinais da Euro 2004, disse aos repórteres neste domingo que gosta do fato de que os sul-coreanos sempre obedecem suas ordens. "A diferença é que os jogadores europeus gostam de discutir com os técnicos sobre as decisões que tomam", disse Advocaat antes da partida de estréia contra o Togo pelo Grupo G na terça-feira. "Na Coréia ele sempre seguem o líder, então acho que estou no emprego certo."

Advocaat, que substituiu o impopular Bonfrere em setembro de 2005, disse que o elemento em comum entre jogadores europeus e coreanos é seu desejo de alcançar os mais elevados objetivos. Sob o comando do conterrâneo holandês Guus Hiddink em 2002, a Coréia do Sul se tornou o primeiro time asiático a chegar à semifinal de uma Copa do Mundo. O feito valeu a Hiddink eterna fama na Coréia, assim como a cidadania honorária e um nome em coreano.

Nome especial
Advocaat, que também treinou times de ponta como PSV Eindhoven e Rangers, brincou dizendo que escolheria "Presidente" se a Coréia quisesse lhe dar um nome especial. Ele ainda mostrou a profundidade de sua preparação e da equipe antes de sua partida contra Togo em Frankfurt.

Um repórter coreano estava preocupado porque enquanto o gramado do estádio de Frankfurt tem 28 milímetros de altura, a Coréia estava treinando em um campo de 25 milímetros no estádio do Bayer Leverkusen. "Estava com 28 milímetros hoje," disse o técnico de 58 anos. "Eles cortam no começo da semana, mas nós falamos com o diretor do estádio e eles deixaram com o tamanho certo."

Advocaat também estava cauteloso quanto ao levante empresarial no Togo, dizendo que isso poderia servir como fator motivador para os africanos. "Você nunca sabe se é uma vantagem ou desvantagem eles terem tantos problemas. O time pode se unir mais do que o normal", disse ele. "Mas nós vimos o Togo jogando várias vezes. Sabemos mais ou menos como eles jogam. A coisa mais importante é que podemos bolar um sistema para bater o Togo."

O técnico-assistente Kodjovi Mawuena assumiu interinamente na semana passada depois que Otto Pfister deixou o time, dizendo que não podia fazer seu trabalho com uma questão de pagamento não-resolvida entre jogadores e executivos. Os outros times no grupo são França e Suíça.
 

Reuters

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