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Quarta, 14 de junho de 2006, 14h05  Atualizada às 14h11
Paraguai e Suécia lutam por sobrevivência na Copa
 
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O Paraguai e a Suécia jogam amanhã no Estádio Olímpico de Berlim em busca da sobrevivência na Copa do Mundo, pois precisam somar pontos para ficarem com uma das duas vagas do Grupo B que dão acesso à segunda fase da competição. A seleção paraguaia vem de uma derrota para a Inglaterra por 1 a 0, enquanto os suecos chegam ao confronto após um surpreendente empate sem gols com Trinidad e Tobago.

Sabendo que apenas a vitória interessa no jogo contra a seleção sueca, o técnico Aníbal Ruiz preparou um esquema mais ofensivo, mesmo tendo optado pela mesma escalação que enfrentou os ingleses, com exceção dos lesionados Justo Villar (goleiro) e Delio Toledo (lateral esquerdo). O desfalque de Toledo permitirá que o comandante do Paraguai, considerado muito defensivo por alguns, utilize o lateral Jorge Núñez, que é muito ofensivo.

Além disso, o Paraguai deve jogar com o meia Carlos Paredes mais adiantado, para tentar municiar de forma mais efetiva a dupla de ataque formada por Roque Santa Cruz e Nelson Valdez, evitando assim um empate que deixaria a equipe sul-americana dependendo do resultado do confronto entre Inglaterra e Suécia. Entretanto, o técnico manteve uma linha de contenção no meio formada por Carlos Bonet, Roberto Acuña e Cristian Riveros, com ordem para o primeiro insistir pelas subidas pelo lado direito. Os paraguaios chegaram a Berlim sabendo que tem atuar de forma mais ofensiva, pois "temos que jogar para frente com o intuito de marcar gols", disse Valdez.

Já a Suécia chega ao confronto após um surpreendente empate com Trinidad e Tobago. A equipe européia foi muito criticada por sua atuação burocrática. O técnico Lars Lagerbäck, que não divulgou a escalação de sua equipe contra o Paraguai, deve repetir a escalação do primeiro jogo, com a novidade de Isaksson no gol, pois se recuperou de uma lesão que impediu sua estréia no Mundial.

A imprensa sueca pede a escalação do jovem meia Kim Källstrom no lugar do criticado Anders Svensson, jogador no qual o treinador sueco deposita muita confiança.
 

EFE

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