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Quarta, 14 de junho de 2006, 18h48 
Coréia do Sul tenta recuperar o futebol de 2002
 
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A Coréia do Sul acordou nesta quarta-feira no topo do grupo G da Copa do Mundo depois de ficar entre o sucesso e o fracasso no jogo contra o Togo, em Frankfurt, na terça-feira.

Perdendo por um gol no intervalo e parecendo apenas uma sombra do time que balançou Portugal, Itália e Espanha a caminho da semifinal quatro anos atrás, a Coréia caminhava para uma derrota constrangedora contra o time africano, em crise desde que seu técnico abandonou a seleção.

Mas o técnico Dick Advocaat fez uma aposta, e sua decisão de pôr em campo o herói da Copa de 2002 Ahn Jung-hwan e manter seu time com quatro centroavantes deu resultado. A expulsão do capitão de Togo Jean-Paul Abalo no início do segundo tempo por causa de uma falta em Park Ji-sung também ajudou.

Lee Chun-soo entrou e bateu uma cobrança de falta no canto da rede. Em seguida Ahn, que eliminou a Itália em 2002 com um gol de ouro, completou a virada com um ataque impressionante faltando menos de 20 minutos.

O jeito coreano

O empate de 0 a 0 entre França e Suíça em Stuttgart deixou a Coréia no topo do grupo, exatamente onde estavam quatro anos atrás. Os coreanos, que na última Copa do Mundo se tornaram a primeira nação asiática a chegar à semifinal, enfrentarão a França em Leipzig no domingo e a Suíça em Hanover cinco dias mais tarde.

"Jogamos um primeiro tempo muito ruim contra o Togo, mas fiquei surpreso no intervalo quando Advocaat mudou tudo", disse o defensor Lee Young-pyo após o treino desta quarta-feira. "Temos que jogar do jeito coreano para ganhar da França, temos que colocar pressão neles como fizemos com os times em 2002. Se jogarmos no mesmo nível de 2002 podemos bater a França", acrescentou.

Os jogadores tiveram permissão para se encontrar com suas esposas, namoradas e parentes próximos no hotel da seleção depois do treino como recompensa pela vitória. Ahn, Park, Choi Jin-cheul e Song Chong-gug não treinaram por causa de leves dores musculares e distensões, mas a medida foi só uma precaução, disse a associação de futebol coreana.
 

Reuters

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