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A Coréia do Sul não tem razões para temer a França em seu confronto pelo Grupo G no domingo, disse Lee Chun-soo nesta quarta-feira. Um dia depois de marcar um belo gol de cobrança de falta na vitória de sua seleção contra Togo, o atacante loiro disse que estão acostumados com adversários difíceis.
"A França é um time que tem jogadores de grande nome", disse ele. "Mas nós estamos acostumados a jogar com defensores famosos de grande reputação, não é novidade para nós. E todos os jogadores têm seu ponto fraco".
Lee, que faz 25 anos em 9 de julho, dia da final da Copa do Mundo, é fonte de controvérsia na conservadora Coréia do Sul, onde ele virou manchete com seu livro "A história secreta da Copa do Mundo" depois do torneio de 2002 co-sediado pelo Japão.
O livro contém passagens pouco elogiosas sobre companheiros de equipe e sobre o ex-técnico Guus Hiddink, que deixou Lee na reserva a maior parte do tempo quando conduziu os sul-coreanos até a semifinal em casa.
Lee, que afastou Lee Eul-yong para cobrar a falta que empatou o jogo contra Togo, ainda disse que não serão vistos sinais do medo que dominou alguns de seus companheiros de seleção.
"Na primeira partida é normal ficar nervoso. Mas essa sensação vai desaparecer no segundo jogo".
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