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O atacante sul-coreano Ahn Jung-hwan está colocando o sucesso de seu país na Copa na frente de sua glória pessoal, deixando seus colegas de equipe decidirem se ele deve ou não iniciar a partida contra a França, neste domingo.
Ahn, que foi um dos jogadores mais importantes da equipe semifinalista na Copa de 2002, deixou o banco de reservas na última terça-feira para marcar o gol da vitória sobre Togo por 2 a 1.
Vários jogadores veteranos têm pedido ao treinador Dick Advocaat que escale Ahn entre os titulares no jogo contra a França. Mas o próprio Ahn se recusa a se envolver nesse assunto.
"Obviamente eu quero começar jogando contra a França, mas isso é uma decisão do treinador", disse Ahn aos jornalistas. "Estou apenas feliz por ajudar essa equipe a vencer."
O Talismã
Ahn se tornou uma espécie de talismã da Coréia do Sul em jogos pela Copa do Mundo. Foi ele que marcou, por exemplo, o gol de ouro que eliminou a Itália da Copa do Mundo de 2002.
Aos 30 anos, o jogador também deu a primeira vitória da Coréia numa Copa em solo estrangeiro ao marcar contra o Togo.
"Não posso descrever em palavras a felicidade que eu senti", disse Ahn. "No momento em que chutei a bola, parece que ela foi sugada pelo gol. Foi incrível."
O meia Park Ji-sung é um dos vários jogadores que pede a presença de Ahn na equipe titular.
"Nós confiamos que Ahn marcará os gols quando precisarmos dele", disse Park. "Ele tem muita experiência e nunca nos deixou perder a confiança."
A Coréia do Sul lidera o grupo G com três pontos, seguida por França e Suíça, ambas com um ponto cada após um empate em 0 a 0.
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