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Os torcedores marfinenses ficaram profundamente decepcionados com a eliminação de sua seleção do Mundial da Alemanha, que muitos consideraram prematura, ao ser derrotada por 2 a 1 para a Holanda, em Stuttgart.
A equipe vice-campeã da última Copa Africana de Nações (CAN), liderada por Didier Drogba, era considerada a vanguarda da África, perfeitamente capaz de passar para a segunda etapa do mundial, apesar de ter perdido para Argentina na estréia (2 a 1).
Mas nesta véspera de fim de semana propícia para comemorações, as ruas de Abidjan ficaram desertas. "Voltamos ao redil e isso não é normal porque falavam de nós como a seleção africana do momento", dizia Jean-Marc, vestido com uma camiseta da seleção e com a fotografia de Drogba.
Em um bar-restaurante do popular bairro de Yopougon, Philippe estava pessimista: "não é um bom sinal para as demais seleções africanas", dizia criticando as decisões táticas do técnico Henri Michel.
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