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O técnico da Costa Rica, o brasileiro Alexandre Guimarães, disse nessa terça-feira que "chega ao fim a base de uma geração (de jogadores costa-riquenhos) que deixaram uma grande herança e um desafio muito grande para os novatos".
Guimarães não esclareceu se continuará no comando da equipe e afirmou que "espera poder definir as possibilidades do projeto da Costa Rica até o final do mês". De qualquer forma, o técnico declarou que conversará com os dirigentes da Costa Rica para "esclarecer muitas coisas que devem ser mudadas no planejamento".
"É evidente que houve poucos confrontos com seleções de alto nível, tanto na Copa como nos amistosos preparatórios", disse o treinador após a derrota de 2 a 1 de sua equipe para a Polônia, terceiro resultado negativo em três jogos.
Guimarães se mostrou satisfeito com o trabalho dos jovens durante o Mundial e afirmou que "é um bom presságio para o futuro". "Entretanto, precisam enfrentar seleções de nível internacional, para que tenham a possibilidade de nos dar mais classificações e mais vitórias", afirmou.
O técnico disse que a Costa Rica deixa a Copa por causa de "distrações que o alto nível não perdoa" e que "custaram resultados". "Os esforços realizados pela equipe para equilibrar estas falhas não foram suficientes", declarou.
"Não espero boas-vindas na Costa Rica. Os três resultados foram inesperados. Nos dois primeiros jogos, mas, sobretudo, neste último, a equipe teve méritos, mas não aproveitou as chances", afirmou. "Temos que nos manter firmes no trabalho que não acabou", declarou.
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