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O Comitê Disciplinar da Fifa irá analisar as polêmicas envolvendo a federação togolesa durante a Copa do Mundo, afirmou nesta sexta-feira o presidente da entidade, Joseph Blatter.
"Togo jogou bem no campo, mas a maneira como eles lidaram consigo mesmos fora do campo foi muito negativa e prejudicou o ambiente positivo da Copa do Mundo", disse.
Os jogadores da seleção africana ameaçaram não disputar as partidas se não recebessem a premiação prometida após a classificação ao Mundial e salários antecipados. A equipe, que anunciava que não entraria em campo contra a Suíça, concordou em jogar apenas depois que a Fifa interveio na disputa.
Outra polêmica envolveu o técnico de Togo, Otto Pfister, que deixou a seleção antes de o torneio começar. A federação o substituiu pelo assistente Kodjovi Mawuena por 48 horas. Depois os togoleses procuraram Winfried Schaefer, mas Pfister voltou atrás e reassumiu o time.
"O que aconteceu com a federação togolesa será analisado pelo comitê disciplinar depois que a Copa acabar", concluiu Blatter, sem dizer quais punições a federação pode sofrer.
Cada equipe eliminada na primeira fase recebe da Fifa US$ 5,6 milhões (cerca de R$ 12 milhões). A Fifa disse nesta semana que teria pessoas próximas à seleção togolesa para garantir que os jogadores recebam a quantia que lhes é devida.
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