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Eliminado com a seleção do Togo, o técnico alemão Otto Pfister reconheceu a superioridade da equipe francesa após a derrota por 2 a 0 em Colônia na tarde desta sexta-feira. "A classe dos jogadores faz a diferença", afirmou o treinador.
"Não se deve esquecer que jogamos contra um campeão do mundo e da Europa. Jogamos contra Makelele, Trezeguet, Vieira e Henry. Foi difícil para nós, creio que nos defendemos bem no primeiro período e criamos duas ou três oportunidades de contra-ataque. Togo é uma equipe jovem e tem muito futuro na África e no mundo", disse Pfister.
Assim como o Brasil, o técnico alemão acredita que a França pode melhorar durante o torneio. "Hoje, a França demonstrou que ainda é capaz de chegar às semifinais. Houve muitas críticas ao time e ao seu treinador, mas estão nas oitavas e no futebol, tudo é possível. Os brasileiros melhoraram ao longo dos jogos, os franceses podem fazer o mesmo", assegurou.
A seleção africana protagonizou uma grande confusão neste mundial por causa dos prêmios por sua participação no torneio, com discussões ásperas entre jogadores e dirigentes.
Com 68 anos, Pfister, o técnico mais velho da competição, chegou inclusive a renunciar por causa do péssimo ambiente, mas voltou atrás. A Fifa pagou os prêmios, mas a Federação do Togo será chamada à sua Comissão de Disciplina.
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