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Dois dias depois da eliminação da Suécia nas oitavas-de-final da Copa 2006, para a Alemanha, aumentou a pressão da imprensa do país contra o técnico da seleção, Lars Lagerback.
O tablóide Expressen insiste nesta segunda-feira que acabou o ciclo de Lagerback - o homem que, pela primeira vez, classificou a Suécia para quatro grandes torneios consecutivos, europeus e mundiais -, e pede que se "abra os olhos".
Esta publicação divulga uma pesquisa feita em seu site, segundo a qual 70% dos suecos pede a demissão do treinador.
Ao falar sobre substitutos, o Aftonbladet aposta principalmente no dinamarquês Michael Laudrup, sem trabalho após deixar o Bröndby, à frente de Roy Hodgson, atual técnico da Finlândia, e Aage Hareide, que comanda a Noruega.
Outros jornais não sensacionalistas, como o Svenska Dagbladet, mantêm as críticas ao técnico por sua falta de ambição, embora o balanço da atuação da equipe também não seja muito positivo: só Isaksson, Ljungberg e Allbäck se salvaram do nível medíocre em geral.
Porém, Lagerback ressaltou que não pensa em pedir demissão, já que tem contrato até 2008, e que só deixaria o cargo se os jogadores perdessem a confiança nele.
O técnico voltou a receber o apoio do presidente da Federação Sueca de Futebol, Lars-Aake Lagrell, que manifestou que seria uma "surpresa enorme" que Lagerback não seguisse no cargo nas Eliminatórias da Eurocopa de 2008.
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