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O atacante Lionel Messi considerou nessa quinta-feira, ao desembarcar em Buenos Aires, que "nenhuma equipe demonstrou ser superior" à Argentina na Copa do Mundo, e defendeu ainda a continuidade de José Pekerman à frente da seleção nacional.
Pekerman, que anunciou sua saída quando a equipe foi eliminada pela Alemanha nas quartas-de-final do torneio, "está capacitado para permanecer", ressaltou.
Messi foi aclamado por torcedores com camisas da Argentina em sua chegada à capital do país. "Acho que nenhuma equipe demonstrou ser superior à Argentina", ressaltou o jogador do Barcelona, que também negou que sua equipe tenha perdido força por culpa de um possível desentendimento entre Riquelme e Crespo, como asseguraram alguns meios de comunicação.
Nesse sentido, assinalou que "não houve problemas" internos na delegação, e que as disputas entre Riquelme e Crespo "foram uma invenção" da imprensa.
O atacante de 19 anos, que jogou 122 minutos em todo o torneio e esteve presente em três das cinco partidas da Argentina na Alemanha, insistiu em afirmar que foi "dolorosa" a derrota para os anfitriões, em um desempate por pênaltis de um confronto "que era para vencer".
"Pekerman nos disse que os pênaltis eram uma loteria e que devíamos ficar felizes da mesma forma", acrescentou. Messi, autor de um dos gols na goleada da Argentina sobre a Sérvia e Montenegro por 6 a 0 na primeira fase, chegou a seu país para descansar com sua família antes de reintegrar-se ao Barcelona.
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