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Seleções
Terça, 11 de julho de 2006, 11h34 
Cafu diz que não pensa em deixar a Seleção
 
Reinaldo Marques/Terra
Lateral preferiu não opinar sobre o futuro técnico da Seleção
Lateral preferiu não opinar sobre o futuro técnico da Seleção
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O lateral-direito Cafu, 36 anos, afirmou nesta terça-feira que não pensa em se aposentar da Seleção Brasileira, mesmo após a campanha regular na Copa 2006.

Não quero ser visto como marginal, diz Cafu
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Mesmo em caso de rebaixamento, Cafu fica no Milan

"Acredito que ainda não seja a hora de parar de jogar pela Seleção", afirmou o camisa 2, que usou a braçadeira de capitão do Brasil no Mundial da Alemanha.

"É claro que eu falo em continuar, mas depende sempre do treinador, da comissão técnica. Eu vivo do futebol, trabalho para isso e não posso desistir, desanimar, por causa de uma derrota na Copa", emendou o atleta, em entrevista concedida na Fundação Cafu, no Jardim Irene, em São Paulo.

"Se eu for convocado, estou à disposição. Quer alguns de vocês, quer não. Não é por causa de meia dúzia de pessoas que vou desistir do futebol. O que eu ouvi de abobrinhas essa semana foi algo incrível", completou o lateral sobre a aposentadoria.

O jogador do Milan ainda negou que durante a Copa do Mundo estava preocupado apenas com recordes pessoais.

"Sempre se falou muito em recordes, mas nunca foram minhas metas principais", observou.

Com as quatro partidas disputadas na Alemanha (ele não jogou diante do Japão, no último jogo da primeira fase), Cafu superou Taffarel e Dunga e se tornou o jogador que mais vezes vestiu a camisa da Seleção em copas: 20 vezes.

Cafu preferiu não opinar a respeito do futuro técnico da Seleção Brasileira, nem se Carlos Alberto Parreira irá continuar no cargo.

"Não sei quem pode ser e nem vou dar palpite. Mas também não sei se o Parreira vai ficar, ele vai decidir com o Ricardo Teixeira (presidente da CBF) quando voltar da Alemanha", esquivou-se, antes de comentar a respeito da renovação da Seleção.

"Jogadores experientes têm que estar na Seleção, para segurar a bronca, dar ordens e deixar tudo certo. Independente de eu estar no time ou não, pode haver a renovação, mas tem que ter jogadores experientes", opinou.

O lateral-esquerdo Roberto Carlos, um dos mais experientes do elenco que disputou a Copa 2006, anunciou logo após a eliminação brasileira na competição, diante da França, nas quartas-de-final, que o seu ciclo na Seleção tinha chegado ao fim.
 

Redação Terra