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Seleções
Terça, 11 de julho de 2006, 16h28 
"Não vamos ganhar sempre", diz Ronaldo
 
Reuters
Atacante ainda saiu em defesa do técnico Parreira
Atacante ainda saiu em defesa do técnico Parreira
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O atacante Ronaldo, um dos jogadores mais criticados após a eliminação da Seleção Brasileira na Copa 2006 com a derrota para a França, afirmou nesta terça-feira que o Brasil não vai "ganhar todas as copas que disputar".

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"A atuação foi abaixo do esperado. Foi assim que aconteceu e temos que aceitar. Acho exagerado procurar um culpado pela eliminação. Mesmo sendo a melhor seleção do mundo, o Brasil não vai ganhar sempre", observou.

O jogador afirmou que não pensa em deixar de vestir a camisa verde-amarela. "Tenho o maior prazer em jogar pela Seleção Brasileira. Enquanto o treinador achar que eu posso ser útil, estarei à disposição", contou.

Ronaldo, que marcou três gols na Copa 2006, chegou aos 15 na história do torneio e superou o recorde do alemão Gerd Müller, ainda destacou que é exagerada a quantidade de críticas que a Seleção vem sofrendo.

"Tenho visto e acompanhado as críticas e parece tudo muito exagerado. Quatro anos atrás estavam todos felizes. Todos mesmo, imprensa, torcida, políticos... todos comemorando o penta", lembrou.

"Agora os perdedores são apenas os jogadores e a comissão técnica", disparou o atacante, antes de sair em defesa do técnico Carlos Alberto Parreira.

"O treinador não pode ser o único culpado pela derrota da Seleção", acrescentou.

Ronaldo voltou a admitir a possibilidade de uma cirurgia no joelho esquerdo. "Vamos conversar com o (médico da Seleção, José Luís) Runco e ver qual a melhor maneira de resolver esse problema", contou.

O atacante disse ainda que a lesão na tíbia não prejudicou o seu desempenho na Alemanha. "Durante a Copa do Mundo a lesão estava controlada com antiinflamatórios".

O jogador do Real Madrid fez questão de destacar que em momento nenhum o Brasil jogou sem raça.

"Ninguém pede raça quando o time ganha. É costume do brasileiro encontrar um motivo para o nosso desempenho", afirmou.
 

Redação Terra