| EFE |
 Klinsmann conquistou torcida alemã com a campanha na Copa |
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O técnico Jürgen Klinsmann explicou nesta quarta-feira que não continuou à frente da seleção alemã pelo desejo de se dedicar à família, além de alegar cansaço após toda a campanha na Copa 2006.
"A decisão não foi fácil, mas amadureceu nos últimos dias. Queria voltar à normalidade com minha família", disse Klinsmann.
"Uma segunda razão é que gastei muita energia nestes dois anos, e não me sinto em condições de continuar no cargo com a mesma intensidade", completou o técnico.
Além disso, Klinsmann anunciou que tirará seis meses de férias, período durante o qual não pensa em assumir nenhum novo trabalho.
Ele também se disse satisfeito por ser substituído por Joachim Löw, já que garante a continuidade de um processo iniciado há dois anos.
"Ao anunciar minha decisão, pedi que fosse dada mais vida a esta filosofia de jogo que criamos. E estou muito feliz ao ver que a federação também pensa assim. Acho que a conseqüência lógica era escolher Joachim Loew como meu sucessor", afirmou.
Muito próximo das lágrimas, Klinsmann agradeceu o apoio dado à seleção durante o Mundial e a todas as pessoas que estiveram ao seu lado nos momentos mais difíceis nestes dois anos - a doença e posterior morte de seu pai.
Os dois presidentes da federação alemã, Gerhard Meyer-Vorfelder e Theo Zwanziger, lamentaram a decisão de Klinsmann, mas disseram que tinham de respeitá-la e ressaltaram que Löw continuará o trabalho.
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