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O chefe da delegação italiana na Copa do Mundo, Giancarlo Abete, contou que o técnico Marcello Lippi avisou que deixaria a seleção ainda na primeira fase. De acordo com ele, a decisão estava tomada, fosse qual fosse o resultado da competição.
"Lippi me comunicou durante a primeira fase que não tinha se comprometido profissionalmente com ninguém para o futuro e que tinha decidido que, independente do resultado da Itália, deixaria o cargo ao término de seu contrato", disse Abete.
O treinador, portanto, permanece oficialmente no comando da equipe italiana até sábado, quando expira seu compromisso. Após a conquista na final contra a França, ele reiterou a decisão de sair: "O ciclo está encerrado".
Lippi ainda não tem seu substituto definido. Auxiliar do comissário extraordinário da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Guido Rossi, o ex-jogador Demetrio Albertini disse que nomes não foram definidos.
"Nada ainda foi decidido sobre o nome do substituto de Lippi. Por enquanto, não falamos com Guido Rossi, e ainda nos resta algum tempo para saber qual será a escolha mais justa", declarou Albertini.
Por enquanto, já surgiram como posssíveis substitutos Claudio Gentile, Alberto Zaccheroni e Roberto Donadoni. De acordo com a imprensa italiana, o último é o que tem mais chances. "Donadoni? Não está descartado que ele seja o substituto de Lippi. É possível, assim como muitos outros", afirmou o dirigente.
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