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O ex-jogador Diego Maradona assegurou que não se candidatará ao cargo de técnico da seleção argentina, afirmando que os dirigentes sabem onde encontrá-lo se quiserem que ele assuma.
"Eu não me candidato. Se alguém quer me chamar, já sabe onde me encontrar. Estou em casa, acessível", destacou Maradona em entrevista publicada hoje pelo jornal esportivo Olé.
Maradona sustentou que "não há nada a reivindicar" a Pekerman pela eliminação argentina, embora não tenha concordado com as substituições feitas por ele no jogo contra os alemães.
"Acho que devemos morrer como argentinos. O que (Marcello) Lippi fez no jogo entre Itália e Alemanha não é uma coisa de italiano, mas de argentino ou brasileiro. Ele se deu conta de que os jogadores estavam cansados e saiu em busca da vitória, porque nos pênaltis poderia ter perdido", disse o ex-jogador.
Maradona afirmou que o torneio terminou para ele quando a Argentina foi eliminada pelos anfitriões, alegando que ficou com a sensação de que "este era um Mundial que podíamos ter vencido".
Além disso, ele se mostrou surpreso pela recepção à seleção no retorno a Buenos Aires.
"A seleção chegou e fizemos festa. O que está acontecendo? Agora comemoramos ir às quartas-de-final? No Brasil, queimaram a estátua de Ronaldinho Gaúcho", afirmou Maradona.
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