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Lothar Matthäus não tinha o físico ideal para a média do futebol alemão, mas, com o tempo, se converteu num grande atleta e ganhou o apelido de "Super-Homem". Começou a carreira no Borussia Monchengladbach, no final dos anos 70 e, em 1984, foi jogar no Bayern de Munique.
Na final da Copa dos Campeões, em 1987, o Bayern perdeu para o Porto e o jogador terminou como bode expiatório da imprensa alemã.
A partir de 1988, Matthäus se tornou capitão da seleção alemão e, no mesmo ano, foi vendido à Internazionale de Milão.
As relações com o clube italiano foram fortes. Na Itália, conquistou o Campeonato Italiano da temporada 1988/1989, a Copa da Uefa de 1990/1991 e a Supercopa da Itália em 1989.
Alguns anos depois, em 1992, Matthäus voltou ao Bayern. Encerrou a carreira nos Estados Unidos, jogando pelo New York Metrostars, em 2000.
Em 1990, recebeu a Bola de Ouro e o prêmio de melhor jogador do mundo. Ingressou no Clube dos Cem, formado por jogadores que superaram as cem partidas pelas suas respectivas seleções.
Após abandonar o futebol como jogador, começou a carreira de treinador no Rapid Viena, da Áustria. Passou pelo Partizan Belgrado, da Sérvia e Montenegro, e, por fim, a seleção da Hungria.
Redação Terra
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