|
Zico jogou e perdeu três Copas do Mundo defendendo a camisa da Seleção Brasileira, mas sua técnica e habilidade garantiram ao meia um lugar na galeria dos grandes craques dos mundiais.
Sua estréia em Copas foi na Argentina, em 1978, quando o Brasil chegou ao terceiro lugar de forma invicta. Antes disso, Zico já havia chamado a atenção do mundo no Torneio Bicentenário da Independência dos EUA, em 1976, uma espécie de mini Copa do Mundo.
Desde então, passou a ser nome garantido nas convocações, pois comandava o Flamengo, onde jogou por 15 anos.
Na Espanha, em 1982, o Brasil tinha em Zico o pilar do fantástico meio-campo armado pelo técnico Telê Santana. Este foi o Mundial do craque: ele marcou quatro gols em cinco partidas, mas não pôde evitar a eliminação brasileira na partida que ficou marcada como a Tragédia do Sarriá, contra a Itália.
Zico se despediu das Copas em 1986, no México, quando, mesmo contundido, foi convocado por Telê, mas não pôde participar de toda a campanha brasileira. Disputou apenas três jogos, sempre começando no banco de reservas.
Nas quartas-de-final da Copa do México, Zico ficou marcado por ter perdido um pênalti no empate por 1 a 1 contra a França, no tempo normal. Nos pênaltis, o Brasil foi batido e eliminado.
Redação Terra
|