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A mescla de habilidade, velocidade, explosão muscular e muitos gols fizeram dele uma grife da seleção nacional durante a década de 90. Foi precisamente na Copa de 90, com gols contra Brasil e Itália, que Caniggia contribuiu decisivamente para levar a Argentina à final contra a Alemanha.
Na Copa América do ano seguinte, que os argentinos ganharam de forma invicta no Chile, Caniggia foi o destaque do time. No Mundial dos Estados Unidos, em 94, marcou dois gols na partida contra a Nigéria, que garantiram a vaga da Argentina nas oitavas-de-final. Em 2002 foi convocado, mas não entrou em nenhuma partida.
No entanto, o atacante ficou marcado ao ser expulso no empate contra a Suécia, apesar de estar no banco de reservas.
O atacante vestiu as camisas de River Plate e Boca Juniors, na Argentina, Verona, Atalanta e Roma, na Itália, Benfica, de Portugal, e Dundee e Glasgow Rangers, da Escócia, antes de se transferir para o futebol do Qatar e encerrar a carreira.
Para os brasileiros, Caniggia será lembrado para sempre pelo gol que eliminou o Brasil na Copa de 90, nas oitavas-de-final, após ótima jogada de Maradona.
Assim como o ex-camisa dez da seleção argentina, Caniggia também teve a sua carreira comprometida por um resultado positivo de doping.
Em meados dos anos 90, o ex-atacante foi suspenso por doping e admitiu ter usado maconha e cocaína, quando atuava pela Roma.
Redação Terra
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