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Gordon Banks disputou dois mundiais, em 1966 e 70, e sagrou-se campeão quando a Inglaterra abrigar a competição. Apesar disso, sua fama mundial decorre, principalmente, de uma única e histórica defesa.
Na Copa de 70, no México, na partida em que a seleção inglesa perdeu para o Brasil por 1 a 0, ainda na primeira fase, Banks protagonizou um lance espetacular. Após cruzamento de Jairzinho, Pelé, à queima roupa, cabeceou a bola para baixo, indefensável, se não estivesse no gol o arqueiro inglês que, miraculosamente, espalmou.
Na Copa anterior Banks já havia conseguido a proeza de ficar 442 minutos sem levar gols. A série só foi quebrada pelo português Eusébio, em uma cobrança de pênalti, na semifinal do torneio.
Um acidente de carro, em 1972, precipitou o fim da carreira do goleiro, que sofreu um corte profundo em seu olho direito. Ele ainda tentou retornar aos campos no ano seguinte, mas acabou deixando o futebol em agosto de 1973. Atuou pelo Chesterfield (1958), Leicester (1959 a 1967) e Stoke City (1967 a 1973), antes de se aventurar, já aposentado, no Fort Lauderdale Strikers-EUA (1977 a 78).
Redação Terra
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