Boletim
Receba todas as novidades por email

 Fale conosco
Envie suas sugestões ao canal

 
Seleções
Segunda, 7 de novembro de 2005, 20h14  Atualizada às 21h18
Para Parreira, situação de Ricardo Oliveira é difícil
 
Últimas de Brasil
» A investidores, Lula diz que Seleção daria prejuízo
» Juan: 'Roberto Carlos não errou no gol de Henry'
» Ronaldo pode ter licença de motorista cassada
» Cirurgia afasta Ronaldo por um mês dos campos
» Todas as notícias de Brasil
» Todas as notícias de Brasil
Busca
Faça sua pesquisa na Internet:

O técnico Carlos Alberto Parreira admitiu, nesta segunda-feira, que a situação do atacante do Ricardo Oliveira, que lesionou o joelho direito, é difícil.

Durante uma palestra para mais de 3 mil executivos nesta segunda, em São Paulo, o treinador comentou sobre algumas das suas expectativas para a Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, e não se demonstrou tão confiante quanto às chances do atacante.

"Quatro meses é um tempo muito grande de inatividade. Além disso, precisa voltar a ganhar ritmo de jogo, a forma física, treinar", avaliou durante a palestra, que também contou com o técnico da seleção brasileira de vôlei, Bernardinho.

O comandante espera poder utilizar os dois amistosos neste mês de novembro - contra o Emirados Árabes e All Star Kuwait - para dar continuidade à avaliação sobre alguns atletas.

Entre elas está o período de observações para jogadores que não têm vaga garantida.

"Pretendo observá-los por pelo menos 45 minutos", disse, ao se referir a Edmílson e Fred.

Para os amistosos, inclusive, Parreira confirmou que o atacante Adriano está convocado e não será dispensado, como chegou a ser cogitado. Segundo ele, o próprio atleta disse que quer jogar.

Presidente

É mais fácil criticar o técnico da Seleção Brasileira do que o presidente da República. A afirmação foi feita pelo próprio Carlos Alberto Parreira, comandante da equipe nacional, nesta segunda-feira, em São Paulo.

"No Brasil, futebol é religião. Tem canal de tevê que só passa esporte, quatro ou cinco programas de futebol ao mesmo tempo, a exposição é grande. Aonde eu vou um cara vem fazer uma brincadeira, uma pergunta. Vivo minha profissão 24 horas permanentes", disse.

"Agora, me diz uma pessoa que assiste TV Senado?", acrescentou o técnico, que falou sobre diversos temas no encontro, como a gestão de talentos e a administração de conflitos

Outro palestrante foi Bernardinho, técnico da Seleção Brasileira de vôlei.

"Não me imaginava sendo um palestrante. Estou começando agora, diferente do Bernardinho. Estou gostando. É interessante ver que as empresas estão procurando profissionais vencedores para fornecerem dicas aos seus funcionários", opinou Parreira.
 

Lancepress!