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Terça, 8 de novembro de 2005, 17h53  Atualizada às 18h24
França e Costa Rica se enfrentam pela 1ª vez na história
 
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As seleções de França e Costa Rica se enfrentam amanhã pela primeira vez em sua história na cidade de Fort de France, na ilha de Martinica, numa partida encarada pelos dois países como preparação para a Copa do Mundo de 2006.

Esta será a primeira vez que a França, que levará quase todas as suas estrelas, joga na colônia de Martinica. A partida servirá para homenagear as vítimas do acidente de avião ocorrido no último mês de agosto na Venezuela, cuja maioria era da ilha.

Por outro lado, a Costa Rica, comandada pelo brasileiro naturalizado costarriquenho Alexandre Guimarães, chegará para a partida sem alguns de seus principais destaques.

O planejamento da partida causou polêmica na França por estar marcada fora de uma data Fifa, num local muito afastado e apenas três dias antes de um amistoso contra a Alemanha.

Por estas razões, alguns técnicos de times franceses, como Gérard Houllier, do Lyon, ameaçaram impedir seus jogadores de viajar para Martinica, o que acabou não acontecendo.

As únicas ausências do técnico Rayomond Domenech, serão o meio-campo do Real Madrid Zinedine Zidane, machucado, e o atacante da Juventus da Itália David Trezeguet, poupado.

No entanto, os campeões mundiais de 1998 contarão com jogadores de alto nível como o zagueiro Lilliam Thuram, o meio-campo Claude Makelele, o artilheiro Thierry Henry e o atacante Sylvain Wiltord.

Para Guimarães, a partida é "extraordinária e ninguém vai querer perdê-la", razão pela qual depois lamentou as ausências de alguns de seus principais jogadores.

Os atacantes Paulo Wanchope (Al-Garrafah, do Catar) e Winston Parks (Saturn, da Rússia), assim como o zagueiro Gilberto Martínez (Brescia, da Itália), não foram liberados por seus clubes.

Com estas ausências, a Costa Rica deverá fazer mudanças em sua escalação, baseada na experiência de jogadores que estiveram na Copa de 2002 - casos do goleiro Alvaro Mesén, dos zagueiros Harold Wallace e Luis Marín, do meio-campo Walter Centeno e do atacante Ronald Gómez.
 

EFE

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