Bolívia busca um bom papel
Sem a mãozinha da altitude, a Bolívia segue fazendo papel de figurante na Copa América. Ao longo da história, as duas únicas boas campanhas na competição foram quando o país foi sede e jogou nas alturas.
Depois da classificação inédita para a Copa do Mundo de 1994, a Bolívia jamais conseguiu repetir a dose e, tanto nas Eliminatórias quanto na Copa América, teve participações discretas. A única exceção foi no torneio de 1997, quando foi vice-campeã jogando em casa.
Para a Copa América de 2007, as perspectivas não são boas. Com um time sem estrelas e em um país sem grandes altitudes, uma passagem pela primeira fase já seria motivo de comemoração nas ruas da capital La Paz.
Erwin Sanchez
Erwin Sanchez, também conhecido como Platini boliviano, trocou de função e agora tentará conduzir a Bolívia ao mesmo lugar que ajudou a levar na década de 90. Presente no vice-campeonato da Copa América de 1997 e na campanha da Copa do Mundo de 1994, Sanchez iniciou a carreira de técnico no Boavista, de Portugal. |
|
 |
Arce
Juan Carlo Arce chegou ao Brasil com a fama de espelhar o futuro do futebol boliviano. Depois de uma rápida passagem pela Portuguesa, o atacante virou aposta do Corinthians e ainda tenta se firmar no time titular. Na seleção boliviana, ele tem status de ídolo e será figura certa na disputa da Copa América. |
|
|
| Dados do país |
| Superfície |
1.098.581 km² |
| População |
8.586.443 habitantes |
| Idioma |
Espanhol |
| Religião predominante |
Católica |
| Moeda oficial |
Boliviano (BOB) |
| Federação |
Federación Boliviana de Fútbol |
| Fundação |
1925 |
| Website |
Não tem |
| Principais clubes |
Real Potosí, Blooming, Bolívar, Destroyers, Jorge Wilstermann, Oriente Petrolero, The Strongest |
| Copa América |
22 participações |
|