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Os 21 jogadores convocados pelo técnico Dunga para a disputa da Copa América, na Venezuela, entre os dias 26 de junho e 15 de julho, não pensam somente em treinos, Robinho ou titularidade. Até mesmo a vaidade é colocada em pauta. Pelo menos entre os companheiros Afonso e Elano.
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O atacante do Heerenveen, da Holanda, falou de suas tatuagens e da vaidade do meia do Shaktar Donetsk, que atua na Ucrânia há quase dois anos e meio.
"Acho que (tatuagem) é para quem gosta. Fiz uma, fiz outra e fui gostando, mas agora chega. Mas tem uns que gostam de estar sempre bem, o Elano é um dos que tentam estar sempre bem", brinca Afonso.
Ao lado, o ex-santista não perde tempo e responde logo em seguida. "Para ele ficar bem, só se cortar o pescoço e botar outra cabeça", disse aos risos.
Desconhecido do público brasileiro ¿ atuou apenas uma vez pela Seleção, no empate por 0 a 0 contra a Turquia, em Dortmund -, Afonso explica suas qualidades para os torcedores.
"Sou um atacante rápido, bastante técnico e saio da área. Não fico muito lá dentro e fico dos dois lados do campo", relata.
"Estou há cinco anos fora, quatro na Suécia e um na Holanda, e acho que é uma grande oportunidade para todo mundo me conhecer", concluiu.