Ser vice não serve para o Brasil, diz Júlio César

14 de junho de 2009 • 12h29 • atualizado às 12h29
Júlio César: Copa das Confederações não é mais formalidade Foto: Reinaldo Marques/Terra
Júlio César: Copa das Confederações não é mais formalidade
14 de junho de 2009
Foto: Reinaldo Marques/Terra

Renato Pazikas

Direto de Bloemfontein




Se em outros tempos a Copa das Confederações foi tratada como laboratório, essa é uma realidade que ficou para trás. Em 2001, por exemplo, Emerson Leão comandou um elenco cheio de jogadores reservas e em 2005 nomes como Ronaldo, Cafu e Roberto Carlos foram poupados. Hoje, a Seleção Brasileira quer vencer a competição.

"Qualquer torneio que o Brasil vá disputar, o segundo lugar não serve. Jogar a Copa das Confederações é uma motivação a mais para nós", diz o goleiro Júlio César, um dos que concederam entrevista coletiva neste domingo.

Experiente e titular da Seleção desde a última Copa do Mundo, o goleiro assegura que a experiências de vestir as cores brasileiras ainda lhe emociona. "Quem não sente esse friozinho na barriga, não tem mais vontade de jogar bola. É normal em qualquer profissão, é gostoso sentir isso", diz o camisa 1. "Depois que o jogo começa, a gente esquece e foca na partida".

Apesar de compor um elenco considerado renovado em muitos setores, Júlio vê também experiência em alguns líderes. "Tem jogadores convocados constantemente, como Kaká, Gilberto Silva, Lúcio e Juan", cita, demarcando os objetivos de sua geração. "É um grupo renovado e com vontade marcar história na Seleção".

Terra
 
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