Destaque contra EUA, Ramires guarda camisa como recordação

18 de junho de 2009 • 21h04 • atualizado às 21h04
Ramires prometeu guardar camisa como recordação Foto: AFP
Ramires prometeu guardar camisa como recordação
18 de junho de 2009
Foto: AFP

Allen Chahad
Renato Pazikas

Direto de Pretória




Ramires aparece na zona mista do estádio Loftus Versfeld, em Pretória. Dezenas de jornalistas correm em direção a ele, que se assusta. Tímido, o jogador do Cruzeiro, que vai defender o Benfica na próxima temporada, não está acostumado com tanto assédio.

Mas não é para menos. Ramires teve a chance de substituir o cansado Elano e teve participação marcante na vitória da Seleção Brasileira por 3 a 0 sobre os Estados Unidos, pela segunda rodada da Copa das Confederações.

O meio-campista deu a arrancada que originou o gol de Robinho, o segundo da equipe de Dunga. E deu o passe para Kaká, que serviu Maicon para o terceiro e último gol da segunda vitória brasileira na competição.

"Vou guardar essa camisa, foi um dia muito especial", disse Ramires, sobre a primeira partida como titular da equipe verde e amarela. Ele admitiu ainda um certo nervosismo antes do jogo. "Deu aquele frio na barriga, mas depois que a bola rolou ficou tudo normal".

Os companheiros de Seleção também elogiaram a atuação do cruzeirense. "Ele está de parabéns por como se movimentou e atuou taticamente. É merecida a convocação e ele estar na Seleção", afirmou Kaká.

Mas apesar de estar em alta com Dunga e os jogadores, Ramires mantém os pés no chão para a seqüência da competição. "Não me considero titular, jamais. Venho trabalhando e tenho que estar sempre disposto a ajudar e a dar conta do recado quando entro".

Terra
 
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