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 Parreira abraça Cicinho após sua primeira conquista de Copa das Confederações |
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O técnico Carlos Alberto Parreira disse que a Seleção poderia sair ainda mais consagrada de campo após a vitória de 4 a 1 sobre a Argentina, nesta quarta-feira, pela final da Copa das Confederações. O comandante brasileiro acredita que a goleada poderia ser mais elástica.
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"Foi bom ser campeão e esse título eu ainda não tinha. Foi nossa melhor partida contra nosso grande adversário. O Brasil cresceu na hora certa e podia até vencer por mais gols", disse o treinador, que buscava sua primeira conquista de Copa das Confederações.
Parreira afirmou também que, apesar de o torneio ter envolvido apenas oito equipes, a taça tem um grande peso. "Não foi um título qualquer. Enfrentamos os donos da casa na semifinal e goleamos um dos favoritos à conquista do Mundial 2006 na final da competição."
O comandante brasileiro aproveitou também para homenagear o coordenador-técnico Zagallo, que não acompanhou a Seleção por ter se submetido recentemente a uma operação para desobstruir o duodeno.
"Dedico esse título aos jogadores, aos familiares deles e também ao Zagallo, que está sempre em contato conosco, nos dando dicas e sendo o nosso mentor. Espero que ele se recupere logo", afirmou Parreira.
Depois, o treinador voltou a fazer uma análise sobre a Copa das Confederações, segundo ele, "um bom laboratório".
"Testamos 21 jogadores durante a primeira fase e mantivemos o time nos últimos dois jogos. A Seleção cresceu na hora certa e foi bem em todos os aspectos."
A campanha vitoriosa, inclusive, animou Parreira a já afirmar que pretende manter o mesmo esquema ofensivo para o restante das Eliminatórias e até para o Mundial do ano que vem.
"É evidente que uma Seleção ofensiva como a nossa sempre correrá riscos, mas, desde que o time aprenda a se compactar, acho que a gente pode continuar arriscando e é isso que iremos fazer."
Com compromissos particulares, Parreira disse que não sabe se voltará com a delegação para o Brasil.
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